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Nelson
Sou um apaixonado por estes seres, costumo ate dizer,que são os meus bebes...Mas a paixão comecou por causa do meu pai,quando eu era mais novo levou-me a uma exposicão de pássaros e foi ai que conheci os Glosters de tantos pássaros que estavam lá eu só tive olhos para eles...O meu Pai nessa altura comprou uns passarinhos outros um amigo nosso que se chama Celso nos ofereceu e foi assim que comecei a criar...Em 2001 desisti por motivos pessoais mas a paixão e tanta que depois de 9 anos sem criar tive de voltar...e aqui estou eu comecei o ano passado e estou super contente,com os meus bebes...Espero que gostem do blog...
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

PostHeaderIcon Classificação das Penas das Asas

Classificação Das Penas Das Asas

A nível de constituição, as penas formadas estão “mortas”, à semelhança das unhas. O crescimento das penas não é constante, mas sim cíclico. O desgaste natural das penas e os danos causados por diversos factores, são compensados pela formação de uma nova pena. É ao processo periódico de substituição das penas, que chamamos muda.

A estrutura das penas, é basicamente idêntica. Possuem um túbulo central oco, denominado raquis, do qual surgem diversos outros laterais designados por barbas. Destes, por sua vez, forma-se uma rede ainda mais fina de ramos, chamados de bárbulas, as quais unem as diversas barbas através de um sistema de ganchos. À zona da pena onde não existem barbas laterais designa-se por cálamo.

Também importante é a zona terminal, normalmente em bico, responsável pela irrigação sanguínea da pena durante a fase de crescimento. É por este motivo que ao serem arrancadas penas ainda em crescimento, é normal notar sangramento. Esta porção é designada por umbilco.

Apesar da formação genética das penas ser idêntica existem diversos tipos de penas, com diferentes funções.

As maiores penas são as de cobertura, estas incluem tanto as penas exteriores como as penas de voo, responsáveis pela cor, forma e capacidade de voar. As penas de voo dividem-se em dois grupos principais, as remiges (penas das asas) e as rectrizes (penas da cauda). A principal diferença entre ambas está na sua simetria. No caso das remiges, o bordo posterior é bastante mais largo, o que lhes confere capacidade de sustentação, já nas rectrizes, essa assimetria é menos acentuada, uma vez que estão ligadas à orientação e “navegação” em voo. É de realçar que em muitas espécies, as rectrizes estão modificadas e assumem um papel fulcral no aspecto reprodutivo durante os rituais de acasalamento, como é caso do pavão macho.

As restantes penas de cobertura, são as que vemos quando olhamos para uma ave e que estão distribuídas pelo corpo.

Na verdade, não observamos toda a pena, mas apenas as extremidades. São estas que conferem à ave a sua forma principal e coloração visível.

Em seguida encontramos as penas de isolamento, mais pequenas e que não possuem bárbulas. São desta forma, as penas mais suaves e com maior capacidade isolante.

Em relação à sua estrutura, existem quatro outros tipos de penas:

- semiplumas;

- filoplumas;

- bristulas;

- penas de pó.

As funções destas são menos relevantes e estão sobretudo ligadas com funções sensoriais e de isolamento e protecção.

De uma forma geral, as penas são formadas por queratia, a mesma substância que forma o bico, unhas e cabelos.

As penas estão inseridas no corpo de acordo com uma rigorosa ordem de distribuição em zonas designadas por ptérilas.

A quantidade de penas varia de acordo com o tamanho da ave e época do ano, sendo que nas zonas temperadas no período invernal possuem mais penas.

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